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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Revista Info: acervo disponível para consulta

Para quem não costuma comprar a Revista Info nas bancas mas gosta de dar uma “folheada”, mesmo que atrasada, aí vai uma dica: é possível consultar o acervo desde 2003 online, até 3 meses para trás do mês corrente. É claro que 3 meses em TI são uma eternidade e algumas coisas como lançamentos e preços ficam defasados, mas as matérias sobre tecnologia demoram um pouco mais para envelhecer, valendo o investimento de vasculhar os exemplares na web.

Utilizando o sistema de publicação eletrônica da Issuu, o internauta folheia as revistas eletronicamente (inclusive a quantidade absurda de propagandas, principal crítica dos leitores) e pode utilizar recursos como zoom, compartilhamento e impressão.

É só acessar: Arquivos da revista INFO

Agora, falta de atualização e de leitura não tem mais desculpa...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Iniciativas para proteger a criançada dos perigos atuais

Lembro-me de quando era criança (é, faz tempo...), a preocupação máxima dos meus pais com relação ao “conteúdo” que eu tinha acesso resumia-se a meia dúzia, talvez nem isso, de emissoras de TV. No top da lista estava o “Sala Especial” da TV Record, que exibia as produções conhecidas como “pornochanchadas”, mais inocentes que as cenas atuais das novelas das oito. Houve até uma malfadada tentativa de exibir “Calígula” na TV aberta, porém foi devidamente censurada a tempo.

Hoje, porém a coisa vai muito mais além e as crianças são expostas a conteúdos muito mais nocivos: uns 80 canais de TV que não tem o menor pudor em passar todo tipo de lixo visual, a Internet que permite total acesso a qualquer tranqueira, celulares e sabe-se lá o que mais vão inventar. E pensar que a minha geração foi acusada de poder tornar-se violenta pelos desenhos do Pica-Pau... o máximo que eu quis fazer a partir daqueles desenhos foi descer as cataratas em um barril... e é claro que não tentei ainda. Mas o que a geração atual vai fazer com tanta porcaria? O que vão se tornar? Duas iniciativas que estão circulando na Internet por e-mail chamaram a minha atenção, gestos nobres de quem se preocupa com o futuro da garotada:

Turma da Mônica contra as drogas

Chegou mais de uma vez por e-mail nesta semana, e vale a pena divulgar. A Maurício de Souza Produções preparou este gibi eletrônico para explicar para a criançada o que acontece com quem se mete com drogas. Final feliz, mas que precisa a todo custo sair do gibi e ir para a vida real. Minha admiração pelo Maurício de Souza, desde que tive a oportunidade de conhecê-lo durante um trabalho de faculdade, é mais uma vez justificada.

Cartilha Navegar com Segurança


Iniciativa da Childhood Brasil que oferece informações importantes para a prevenção do abuso on-line e da pornografia infantil na Internet. Mesmo para os pais e mães que são bem antenados e sabem como guiar os filhos no mundo virtual, vale a pena dar uma olhada nesta cartilha e conferir as dicas.

Enfim, para que você não tenha que ver nunca mais aquela figurinha lá em cima novamente (exibida durante a Ditadura Militar no início de cada programa de TV), o melhor é começar a se preocupar com estes temas.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Vuvuzelas nas Olimpiadas? Nem pensar!

Se você não aguenta mais aquele barulho insuportável das Vuvuzelas (que agora vai diminuir bastante, diga-se), o comitê organizador das Olimpíadas de 2012 de Londres também não. Afinal, esporte olímpico exige concentração, incompatível com aquela encheção de paciência auditiva dos jogos da Copa do Mundo. Veja matéria completa para entender mais do assunto.

Quem sabe este pessoal não proíbe o Galvão Bueno narrando também? Perfeito, eliminamos a poluição sonora de uma vez por todas!

Parece que nem o Frodo e o Gandalf se livraram das cornetas na Terra Média...



sábado, 5 de junho de 2010

Como tudo começou, pelo menos para mim

Há exatos 25 e cinco anos atrás (sim, hoje, 05 de junho!), eu oficialmente entrava para a área de Informática. TI? Estas duas letras eram apenas um pronome, não o campo conhecido como Tecnologia da Informação. Quem me conhece sabe que eu tinha exatos 13 anos de idade naquele tempo, então o que fazia uma criança dos anos 80 brincando com um microcomputador? Devido à proximidade do meu aniversário eu pedi de presente esta maquininha misteriosa na época, sendo que ela custava menos que um videogame (Ah Atari! eh! eh!).

A geringonça era ligada na TV, preto e branco de preferência, e fazia muito menos que o seu celular. Vou deixar este link do Museu da Computação e Informática para que você leia as especificações. As únicas programações possíveis eram BASIC (não é “básico” e sim “Beginner's All Purpose Symbolic Instruction Code”, ou “Código de Instruções Simbólicas para Todos os Propósitos e para Iniciantes”, algo assim) e o Assembly, do qual eu tenho medo até hoje...

As pessoas ainda pensavam que era possível perguntar ao computador “quem descobriu o Brasil?” e coisas do tipo e obter a resposta, mas o Google ainda não existia, muito menos a Internet comercial de hoje. Eu me divertia escrevendo laços de repetição para desenhar bandeiras e outros gráficos toscos na tela, além de lógicas bem bobinhas. Eu não era tão nerd assim com 13 anos de idade, apenas passava um tempinho do meu dia (como era bom ter tempo livre!) brincando com o micro.


Ah, e este aí da foto é o meu. Pois é, ele ainda está aqui em casa, não sei se liga e não tenho nem ideia de como fazer isto nas TVs atuais, mas o que importa é que este exemplar eu não vendo, empresto ou sequer deixo as pessoas mexerem. Já disse que se eu continuar nesta área até morrer, coisa que vai acontecer cedo ou tarde trabalhando deste jeito, quero que enterrem esta peça comigo.

E você, lembra do seu primeiro micro? Está aí? Duvido, provavelmente foi um IBM PC bem volumoso e você já deve ter se livrado dele... Mas guarde a recordação, com certeza daqui há algumas décadas você vai lembrar de como foi seu primeiro contato com a computação.

domingo, 9 de maio de 2010

“A Estrada” mostra a humanidade desumana. Ou não.

O mundo acabou, de verdade. Guerra nuclear? Catástrofe natural? Ataque alienígena? Não interessa e não será explicado, nem ao longo do filme e muito menos no livro.

“A Estrada” é um filme baseado na obra de mesmo nome escrita por Cormac McCarthy, vencedor do Pulitzer de 2007. Eu não li o livro, apenas uma resenha, mas tenho certeza que a riqueza de detalhes que pode ser passada através da narrativa será muito mais assustadora que a obra cinematográfica atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.

Em um mundo pós-apocalíptico (já falei, não interessa como se chegou a isso!), um pai e seu filho se movem com seus poucos pertences em meio a uma estrada nos EUA em direção ao mar, onde acredita-se que terão um pouco mais de esperança em suas vidas. O caminho está povoado de cenários desolados, onde vegetação e animais foram extintos, casas foram abandonadas ou ainda estão com seus antigos donos nos mais diferentes estágios de decomposição. Mas o pior, o mais profundo medo deste pai e de todos os poucos sobreviventes, são as gangues armadas, as quais ainda mantém o lado carnívoro do ser humano. Você já entendeu: se não há mais animais, só resta um tipo de carne no planeta...

Em sua jornada os dois protagonistas carregam uma arma com duas balas. Naturalmente, o artefato não tem o intuito de defender, apenas intimidar ou se necessário, acabar com suas próprias vidas antes de virar parte do horror em que os seres humanos (humanos?) criaram neste planeta moribundo. Céus cada vez mais escuros, temperatura cada vez mais baixa, terremotos e incêndios inexplicáveis.


Aí você se pergunta: porque não acabar com este sofrimento e usar logo as duas balas? A verdade é que seres humanos, como ensina o próprio pai ao seu filho, carregam “a chama”, ou seja, algo que não se pode deixar apagar. E este é o intuito da estória: mostrar o relacionamento entre os dois, como uma metáfora desde o início dos tempos, onde o pai ensinará o filho a atravessar os perigos e dificuldades da vida, seja ela nos primórdios da civilização, na nossa era, ou no cenário de pouca esperança proposto pelo autor.

Não é um filme de ação. Não é apenas um drama. Muita gente vai sair xingando do cinema, mas os que “sobreviverem” e tiverem capacidade de entender estes detalhes, terão certeza que passaram por uma obra única.

Para matar um pouco da curiosidade, veja o site oficial do filme (em inglês) : "The Road".

quinta-feira, 11 de março de 2010

And that's a Bingo!

Se você não entendeu o título do post, está na hora de conferir "Bastardos Inglórios" (Inglorious Basterds, EUA, 2009), filme que mostra a visão do diretor Quentin Tarantino (Kill Bill, Pulp Fiction, etc.) sobre a Segunda Guerra Mundial. Já dá para imaginar que é algo totalmente doido e muito bem contado.

Mas eu ia falar do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante que foi para Christoph Waltz, interpretando o Coronel Hans Landa, personagem que rouba a cena até de Brad Pitt em vários momentos do filme. Eu não curto o Oscar, acho que não é parâmetro para filme bom ou ruim, mas o prêmio foi mais do que merecido. Não é qualquer um que interpreta um personagem destes, que tem que ser odiado e admirado pelo público, sem contar as inúmeras piadas de humor negro da trama.

Taí um ótimo incentivo para que o cara continue a crescer como ator e para que todos apreciem como é boa e gratificante a sensação de fazer um trabalho bem feito!

obs.: os links apontam para o IMBD (Internet Movie Database), maior e mais completo site sobre cinema, uma verdadeira enciclopédia!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Nasce um novo blog: Qaplaa!

Achou o nome esquisito? "Qaplaa" é o que os Klingons desejam uns aos outros antes de uma batalha... Não sabe do que eu estou falando, né? O assunto deste novo blog é Star Trek ou Jornada nas Estrelas (e somente isto!).

Desde criança eu adorava as aventuras do Capitão Kirk, Sr. Spock e tripulação da Enterprise. Antes que alguém fale que eu assisti na estreia todos os episódios, já aviso: na minha época já era reprise, pois a série original foi ao ar entre 1966 e 1968. Daí veio a Next Generation (1987), Deep Space Nine (1993), Voyager (1995), Enterprise (2001) e todos os 11 filmes para cinema, sem contar o buzilhão de livros, gibis, maquetes e todo o tipo de parafernália para agradar os fãs de carteirinha (literalmente) como eu. Digo que sou fã de carteirinha pois era “membro” da Frota Estelar Brasil, o fã clube oficial de Star Trek nestas bandas.

Olha só, até a minha bike foi "batizada" com o nome de uma das naves! USS Defiant...

Este seu aparelhinho de celular é antes de mais nada fruto da imaginação de Gene Roddenberry, criador da série e que nos anos 60 já imaginava os tripulantes em terra se comunicando com a nave em órbita através de um dispositivo portátil. Muitas outras engenhocas do nosso cotidiano foram inspiradas nas maluquices destes seriados, e muitas outras ainda virão. Também previa naquela época conturbada: negros, mulheres e seres desconhecidos trabalhando juntos de igual para igual, sem preconceito, em completa cooperação.

Star Trek não é só sobre naves espaciais, efeitos visuais e piadinhas que só os fãs entendem. É uma filosofia de vida que acredita que um dia a humanidade vai realmente evoluir, resolver suas diferenças e partir para conhecer novos mundos, novas civilizações (se existirem), audaciosamente indo onde ninguém jamais esteve.

Vida longa e próspera!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Você, um autor

Você gosta de escrever mas não tem tempo ou vontade de gerenciar um blog? Uma ótima opção, totalmente gratuita, é o site OArtigo O Artigo, que permite publicar textos e compartilhar com o mundo aquilo que você tem de melhor: seu conhecimento!

Para variar um pouco dos blogs e também para poder escrever textos um pouco maiores, publiquei um pequeno desabafo sobre a atual falta de tempo que vivemos atualmente:

Quando menos era mais, e a vida era simples...

Boa escrita ou leitura!